Archive for the ‘TI em Geral’ Category

Empreendedorismo digital muda o rumo das empresas brasileiras

Wednesday, August 20th, 2008
Por: Karin Sato
11/07/08 - 09h10
InfoMoney

SÃO PAULO - É contraditório: uma nação com altos índices de desemprego, miséria e problemas sociais graves consegue ser, ao mesmo tempo, um dos países mais empreendedores do planeta, de acordo com a escola de empreendedorismo Babson College.

Somando esse indicador ao fato de que o povo brasileiro é o que mais navega na internet, bem como o que melhor se adapta a inovações no mundo, surge um novo conceito de empreender que promete mudar o rumo de grande parte das empresas brasileiras, o empreendedorismo digital.

É importante lembrar, neste contexto, que os baixos índices de capilaridade da internet no Brasil, um dos principais entraves para o avanço do empreendedorismo digital, vem sendo gradualmente combatido por esforços da iniciativa privada e por campanhas de inclusão digital do governo federal.

No ano passado, foram vendidos 23% mais computadores do que em 2006, o que representa cerca de 10 milhões de máquinas, sendo que 64% delas foram vendidas para pessoas que estão comprando o seu primeiro computador. Forma-se assim um bolsão de usuários que irão começar a usar a internet diariamente.

Investimento de baixo custo
Segundo o autor do livro Google Marketing, maior obra de marketing digital do País, Conrado Adolpho, a internet possibilita que qualquer um tenha sua empresa digital por um custo relativamente baixo, tanto de recursos humanos e manutenção quanto de logística ou marketing.

“Todas as funções básicas de uma empresa podem ser resolvidas com soluções muito simples e de forma bem em conta. Basta conhecer as possibilidades que a rede oferece”, explica o consultor.

A manutenção de uma empresa virtual pode significar menos de R$ 90 mensais para manter um site de comércio eletrônico. Quanto ao marketing, sites de busca oferecem serviços vantajosos e em conta.

“Apesar de não parecer difícil nem caro, o que falta ao brasileiro para ser um dos povos com maior índice de empreendedorismo digital é informação. O que o Sebrae faz pelos empreendedores de ‘bricks’, empresas feitas de tijolo e cimento, deveria ser feito também pelos empreendedores de ‘clicks’, ou seja, as empresas virtuais”.

Experiência
Adolpho é diretor da Publiweb Marketing Digital, uma das pioneiras a oferecer serviços de otimização de sites e campanhas de links patrocinados, por isso já acompanhou de perto diversos casos de empresas brasileiras que se adaptaram a estratégias de marketing digital que, além de financeiramente mais viáveis, garantem resultados qualificados, uma vez que levam o produto ao consumidor em tempo real.

“E não são apenas os links patrocinados ou a otimização de sites que garantem esse resultado. O marketing digital é muito vasto e vem crescendo consideravelmente nos últimos anos. A opinião de um blogueiro, por exemplo, hoje conta muito mais do que um banner em um site. As pessoas confiam mais nas informações passadas por outras pessoas comuns, também consumidoras, do que nas propagandas”, garante o especialista.

Segundo o presidente da Câmara e-net, Manuel Matos, todas as empresas que investem em internet sabem que de 25% a 40% dos consumidores buscam informações sobre o produto na internet, antes de ir à loja efetuar a compra.

“A partir daí, vemos a importância dos blogs e outras ferramentas da web 2.0, que possibilitam que todos os usuários do mundo participem do conteúdo de sites e blogs, dando opiniões, debatendo e fazendo perguntas”, conclui Adolpho.

Navegar é preciso: pausa para acessar web no trabalho aumenta produtividade

Monday, July 21st, 2008

Por: Flávia Furlan Nunes
10/06/08 - 15h59
InfoMoney

SÃO PAULO - Pesquisa revela que uma pausa de dez minutos para navegar na web, durante o trabalho, pode aumentar a produtividade do profissional.

De acordo com os dados da PopCap Games, empresa britânica que desenvolve jogos virtuais, muito longe de distrair os profissionais do trabalho que realizam, a atitude pode diminuir o estresse, enquanto ajuda a focar a mente. Além disso, a pesquisa mostrou que o fato de as empresas limitarem totalmente o acesso dos profissionais a sites de interesse pessoal pode reduzir a eficiência e a moral da equipe.

Os resultados foram baseados em psicometria - método que testa a capacidade mental por meio de provas - e compilados pelo psicologista da Goldsmiths University, Dr. Tomas Chamorro-Premuzic.

Resultados
A pesquisa mostrou que o uso de sites de relacionamento, notícias, de encontros, jogos e compras levaram 57% dos profissionais a se afastarem da tradicional pausa para o chá, utilizando esse tempo para navegar pela internet. Outros 71% admitiram navegar na web enquanto o chefe não está por perto, enquanto 47% crêem que fumar um cigarro por cinco minutos é mais aceito do que navegar pelo mesmo tempo na web.

O responsável pela pesquisa acredita que, se os chefes permitissem dez minutos de navegação pela internet diários, a produtividade aumentaria.

“Pausas para chá e pausas forçadas têm sido as mais comuns, mas a pesquisa mostra que e-breaks (pausas para navegação na internet) estão se tornando as mais populares escolhas dos trabalhadores britânicos”, afirma o psicologista. “A pesquisa prova que uma pausa de dez minutos por dia pode trazer benefícios significantes, mas, ao contrário disso, muitos chefes estão banindo isso com medo que possa distrair o funcionário”.

Cuidado com a distração
A internet oferece um mundo de informações de vários tipos, e cair na rede pode significar o desperdício de horas de trabalho. Por mais que a atitude possa relaxar a mente, todo o cuidado é pouco.

E-mail pessoal, assuntos do seu interesse, notícias de esporte, entretenimento, curiosidades, piadas…tudo ali, num clique. Cabe a você respeitar as regras e, a partir delas, criar a sua rotina, dedicando-se ao trabalho e entregando-se à dispersão no momento certo. Afinal, “navegar” é preciso!

Equipes virtuais: veja como elas funcionam

Monday, July 21st, 2008

Por: Karin Sato
16/06/08 - 08h52
InfoMoney

SÃO PAULO - Os resultados da incontestável globalização estão sugerindo, ou até impondo, novas modalidades de trabalho e de gestão às organizações, que estão sendo tentadas e testadas sem que se tenha, até o momento, uma avaliação mais precisa de resultados, segundo explicação do professor da Fundação Vanzolini e sócio-diretor da LCZ Desenvolvimento de Pessoas e Organizações, Luis Felipe Cortoni.

Em meio às citadas mudanças, está a formação dos grupos ou equipes virtuais, que agora começam a amadurecer, desafiando tudo o que os gestores de equipes sabiam sobre grupos dentro das organizações.

O que são as equipes virtuais?
O professor explica que, segundo algumas poucas bibliografias disponíveis - e muitas experiências práticas em andamento -, o grupo virtual tem tudo o que os grupos tradicionais têm. Sua diferença está na forma como seus membros se vinculam, se relacionam, se articulam em torno do objetivo, ou seja, a diferença está basicamente nos seus “links”.

Assim, diferentemente dos grupos convencionais, o grupo virtual trabalha além das fronteiras organizacionais, com “links” fornecidos, facilitados e fortalecidos por tecnologias da informação. É possível encontrar grupos virtuais, por exemplo, formados por pessoas da mesma empresa, porém que trabalham em países diferentes.

Equipe virtual versus equipe convencional
A questão proposta por Cortoni é: será que é possível criar vínculo com outras pessoas que nem conhecemos pessoalmente, mas com as quais conversamos diariamente, através dos meios eletrônicos? Existirão vínculos neste caso?

“Parece que a resposta é sim, porém será preciso estudar mais e compreender mais as experiências atuais com estes grupos. Já existem, por exemplo, metodologias que podem facilitar o lançamento de um grupo deste tipo, para que ele possa, posteriormente, de fato, desenvolver e consolidar suas características virtuais”, reflete o especialista.

Processos diferentes
Outra diferença fundamental deste tipo de grupo, em relação aos grupos convencionais, está, principalmente, nos seus processos internos - interpessoal, lógico e formal - e na existência de um processo cultural que aparece com maior nitidez, e muitas vezes como variável determinante, do seu sucesso.

Quando considerado o nível interpessoal, as características principais são: pouco vínculo, pessoas estranhas entre si, existência de colegas, amigos e inimigos no mesmo grupo, comunicação comum via telefone, nível de conflitos mais baixo no contato virtual e mais alto no face a face, necessidade de criar vínculos específicos que sustentem a relação virtual, relacionamento muito vulnerável com necessidade de mais tempo para consolidá-lo, graus de envolvimento e compromisso sempre sujeitos a diminuir e necessidade de grande confiança entre os membros (por conta da falta do face a face).

Outras características peculiares:

No processo cultural:

  • Diferenças culturais marcantes entre membros, problemas de etnocentrismo e preconceitos mais visíveis;
  • Diferenças na importância dos papéis envolvidos;
  • Presença de idiomas diferentes;
  • Diferenças nas práticas e procedimentos discutidos segundo os países de origem, apesar de pertencerem à mesma empresa;
  • Presença de hierarquia formal no país de origem que nem sempre compreende as necessidades ou apóia o projeto global/regional.

No processo lógico:

  • Necessidade de inovação e criatividade em contexto de realização complexo;
  • Tarefas realizadas muito lentamente;
  • Necessidade de conhecer ferramentas de trabalho específicas: tecnológicas, de inovação e de informática.

No processo formal:

  • Necessidade de clareza e compreensão máximas dos objetivos;
  • Necessidade de compreensão dos papéis e contribuições de cada participante da equipe;
  • Necessidade de um coordenador que centralize algumas atividades;
  • Necessidade de investir muito na formalização (procedimentos, regras internas, objetivos, distribuição de papéis, organização do trabalho);
  • Alta interdependência na tarefa e pouca no resultado final (na implantação dos resultados);
  • Trabalho fortemente apoiado por ferramentas eletrônicas: necessidade de desenvolver mecanismos de interação/ cooperação eletrônica.

“Sabemos que estamos com um grupo especial, que irá demandar tratamento diferenciado para suas necessidade de funcionamento. Portanto, exigirá dos responsáveis por eles um repertório de competências específicas para formá-los, mantê-los e desenvolvê-los”, finaliza Cortoni.

Classe A é a que mais adota home office, opção de um a cada quatro brasileiros

Monday, July 21st, 2008

Por: Karin Sato
17/06/08 - 08h52
InfoMoney

SÃO PAULO - Um estudo sobre tele-trabalho no Brasil revelou que 23,2% da população adulta em atividade, o que corresponde a um em cada quatro brasileiros, adotam este tipo de trabalho ao longo do mês de alguma forma.

Um terço deles (8,1%) exerce o trabalho virtual quase diariamente. Trabalhar em casa é a forma mais popular da modalidade, com 52% de adesão dos entrevistados, com destaque para pessoas com alto poder aquisitivo, da Classe A. A pesquisa foi realizada pelo instituto de opinião pública Market Analysis.

“Dentre os que tele-trabalham todos os dias, pessoas que pertencem à classe A (18%), como os donos das companhias, gerentes e colaboradores de cargos administrativos mais altos são os principais representantes deste comportamento”, afirma o diretor da Market Analysis, Fabián Echegaray.

Microempresas são pioneiras no tele-trabalho
Embora seja crescente a adoção do tele-trabalho em multinacionais, uma vez que a tendência veio do exterior, as microempresas com até quatro funcionários são as pioneiras na adoção intensiva e sistemática da nova estratégia de trabalho, com 15% de funcionários que tele-trabalham. Em seguida, aparecem as empresas de médio porte - entre 20 e 100 empregados -, com 10,1%.

“O computador é a principal ferramenta utilizada por estes profissionais (60%) na maior parte do tempo em que não estão no escritório”, afirma Echegaray.

Idade dos profissionais e análise regional
Atualmente, este cenário é composto por pessoas com idade entre 45 e 54 anos (15,5%). Todavia, a aceitação e disposição dos jovens em adotar o tele-trabalho futuramente já são percebidas entre aqueles com idade de 18 a 24 anos, com 44% de aprovação do novo regime.

Na análise regional, as regiões Nordeste (43%), especialmente Salvador, e Sudeste (41%), com destaque para Belo Horizonte, têm maior potencial para o tele-trabalho.

Sobre a pesquisa
O estudo foi realizado com 345 trabalhadores do setor privado (funcionários ou donos), residentes nas nove principais capitais (São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Salvador, Recife, Goiânia e Brasília). A margem de erro é de aproximadamente 5,28%, para baixo ou para cima.

Mauricio Prado, da WRA Gestão em Tecnologia da Informação, é escolhido para receber o prêmio Jovem Empreendedor

Tuesday, July 8th, 2008

Em votação ocorrida nesta sexta-feira (dia 4), na sede da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (ACIM), o empresário Mauricio Real Prado, proprietário da WRA Gestão em Tecnologia da Informação, foi escolhido para receber o Prêmio Jovem Empreendedor 2008, concedido pelo Conselho do Jovem Empresário (Copejem). A entrega da premiação será no dia 17 de outubro, no AlphaVille Maringá Clube.

O nome do empresário Mauricio Prado foi o mais votado entre três indicados pelas seguintes entidades de Maringá: Copejem, Rural Jovem, Rotaract, Adecom-UEM, Cesumar Empresarial, Fiep e Sivamar. A comissão julgadora foi composta por representantes de onze entidades: Conselho de Administração da ACIM, Conselho Superior da ACIM, Copejem, ACIM Mulher, Adecom-UEM, Cesumar Empresarial, Fiep, Rural Jovem, Rotaract, Sindicato dos Jornalistas e Sivamar.

Mauricio Real Prado tem 33 anos e, além de empresário, é membro do Rotary Clube Maringá-Leste, sendo responsável pela comissão de Prestação de Serviços da entidade. Começou sua carreira como professor do então Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná (Cefet), atual Universidade Tecnológica do Paraná, onde foi coordenador do curso de Informática.

No Cesumar foi professor de diversos cursos de graduação, além de coordenador e professor do curso de pós-graduação em Redes de Computadores. Também respondeu, por quatro anos, pela equipe de Tecnologia da Informação da instituição. Em 2004, deixou a vida acadêmica para fundar o próprio negócio, a WRA Gestão em Tecnologia da Informação, que atualmente atende 180 clientes.

Nos últimos quatro meses, a empresa teve um crescimento de 300% e foi reconhecida pela Microsoft como “Especialista em Pequenas Empresas”, única do interior do estado a alcançar esta titulação na área de gestão de tecnologia da informação. A WRA é a primeira empresa do interior do Paraná que se tornou apta a comercializar contratos de grande porte (mais de mil computadores) e contratos educacionais (escolas e universidades).

 

Fonte: Assessoria de Imprensa ACIM - Textual Comunicação

A cada mês, internauta brasileiro gasta um dia inteiro conectado

Thursday, April 24th, 2008

Tempo médio de navegação mensal, de 23 horas e 51 minutos, refere-se à web residencial.
Março também teve recorde de internautas no ambiente doméstico: 22,7 milhões.

A média mensal de navegação do internauta residencial brasileiro, em março, foi de 23 horas e 51 minutos. Isso significa que, durante todo o mês passado, esses usuários que usam a web em suas casas passaram quase um dia inteiro conectados. Segundo o Ibope//NetRatings, esse é o maior tempo médio de navegação já registrado desde setembro de 2000, quando teve início esse tipo de medição no país.

Com essa média, o Brasil se mantém à frente dos outros dez países monitorados. Em segundo lugar nesse ranking está a França (21 horas e 30 minutos), seguida de Estados Unidos (20 horas e 24 minutos), Japão (20 horas e 21minutos) e Alemanha (19 horas e nove minutos). O tempo de navegação residencial do mês passado foi 2 horas e 56 minutos superior àquele registrado em março de 2007.

Outro recorde registrado pelo Ibope//NetRatings em março foi o número de internautas residenciais ativos: 22,7 milhões de pessoas, ou aumento de 40% no período de um ano.

Crescimento
“O ritmo de crescimento da internet brasileira é intenso. A entrada da classe C para o clube dos internautas deve continuar a manter esse mesmo compasso forte de aumento no número de usuários residenciais”, afirmou Alexandre Sanches Magalhães, gerente de análise do Ibope//NetRatings.

Segundo o especialista, a classe C vive essa fase de inclusão digital por conta de um bom momento econômico, computadores com preço em queda e banda larga com valores mais acessíveis. Magalhães afirma também que as famílias de baixa renda acreditam que a internet dará uma vida melhor para seus filhos e, por isso, se empenham em obter o acesso residencial.

Considerando todos os ambientes onde os usuários têm acesso à internet — residência, trabalho, cibercafés e telecentros, por exemplo –, o Ibope//NetRatings estima que o Brasil tenha 40 milhões de internautas. Esses dados são referentes ao último trimestre de 2007 e considera apenas usuários com mais de 16 anos.

G1, em São Paulo

Facebook anuncia novo padrão de publicidade

Tuesday, November 13th, 2007
Quarta-feira, 07 de novembro de 2007 - 12h58

Empresas que tiverem interesse no modelo de negócio poderão criar páginas com perfis de seus produtos e associá-las com os usuários cadastrados em comunidades relacionadas e seus amigos.

O mecanismo usa as atividades dos participantes da rede, como resenhar DVDs ou restaurantes, para divulgar as lojas desses serviços para os seus amigos. Outra possibilidade é mostrar ofertas de itens de leilões virtuais, como o eBay, para os contatos da sua lista.

“Pessoas influenciam pessoas” disse Mark Zuckerberg, CEO e fundador do Facebook durante o anúncio da nova plataforma de anúncios. “Nada influência mais uma pessoa do que a recomendação de um amigo confiável”, concluiu Zuckerberg.

As indicações de compras feitas por empresas, porém, aparecerão com uma etiqueta com a indicação ?patrocinado?, para que não haja confusão entre indicações pessoais e as indicações feitas automaticamente por anunciantes.

Juliano Barreto, da INFO

Fofoca por MSN prejudica trabalho, diz estudo

Thursday, November 1st, 2007
Terça-feira, 30 de outubro de 2007 - 09h30

Colegas de trabalho que passam o dia fazendo fofoca, organizando a vida doméstica ou que usam “responder a todos” em emails estão entre as maiores irritações no trabalho, diz uma pesquisa.

Um levantamento sobre a maior distração no trabalho feita pela empresa Harris Interactive descobriu que 60 por cento dos 2.429 entrevistados norte-americanos consideravam fofoca como o maior aborrecimento.

A pesquisa online, conduzida para a empresa de recursos humanos Randstad USA, mostrou que a segunda maior irritação, com 54 por cento, é a má administração do tempo, incluindo pessoas que fazem telefonemas pessoais durante o trabalho ou navegam na Internet durante seu horário de trabalho.

Bagunça nos espaços comunitários, como pratos não lavados nas pias das cozinhas, incomodavam 45 por dento dos que responderam ao levantamento. Cheiros como perfume, comida ou fumaça veio em quarto na lista, com 42 por cento.

Completando o ranking estavam os barulhos altos nos alto-falantes, conversas em tom de voz elevado e toques de celular barulhentos, com 41 por cento. Uso excessivo de aparelhos de comunicação ficou com 28 por cento e a má utitilização do email ficou com 22 por cento.

Por Belinda Goldsmith, da Reuters

Meebo abre plataforma para desenvolvedores

Thursday, November 1st, 2007
Terça-feira, 30 de outubro de 2007 - 17h49

O Meebo é um serviço que permite aos visitantes se conectar a mensageiros instantâneos mesmo sem instalar o aplicativo na máquina.

O recurso é muito popular entre usuários que querem acessar, por exemplo, o MSN Messenger do trabalho ou outro computador onde é proibido instalar comunicadores instantâneos.

O anúncio coincide com o aniversário de dois anos do serviço. De acordo com o blog do Meebo, inicialmente o serviço aceitará aplicativos desenvolvidos em Java e Flash.

A idéia do Meebo é permitir que terceiros criem soluções para inserir recursos multimídia no serviço, como ferramentas de vídeo, VoIP, mapas online, buscas por shoppings e restaurantes entre outros serviços.

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

Crianças latino-americanas navegam sem filtro

Thursday, November 1st, 2007
Quarta-feira, 31 de outubro de 2007 - 16h14

A pesquisa feita pela Universidade de Navarra e pela Telefónica é parte de um projeto que estuda os hábitos e tendências no uso de computadores dos jovens de 6 a 18 anos em seu tempo livre.

Os primeiros resultados do estudo, feito em mais de 20 mil menores, revelaram que 7 em cada 10 crianças com idade entre 10 e 14 anos navega sozinha na rede e que apenas 1 em cada 10 conta com a ajuda de um filtro de conteúdo.

Mais da metade dos estudantes pesquisados assegurou que preferiria passar suas horas de lazer na Internet contra quase 30 por cento que disseram optar pela televisão, o que mostra uma mudança nas tendência durante a última década.

O estudo destacou também que os videogames “geram vício, isolamento e violência entre o público infantil, mas os estudantes valorizam as possibilidades de socialização” que oferecem.

Com relação ao uso de telefones celulares, 81 por cento dos entrevistados afirmaram que o usam para fazer e receber chamadas, enquanto que 74 por cento o usa para enviar e receber mensagens de texto e 56 por cento para jogar.

O projeto chamado de “Gerações Interativas na Ibero-América” procura criar uma estrutura em países como Argentina, Brasil, Colômbia, Chile, México, Venezuela, Guatemala e Peru, que permita o estudo das tendências e desenvolvimento da geração interativa do futuro.

Reuters